Gosta de massagem?
Quer pagar menos?
Siga-nos no twitter!!!

Meu status

 

Massagista Josué - Atende domicílio ou consultório.
Fones:(11)5572-7684 (Consultório)/(11)9732-9272(Vivo)

Rua Machado de Assis, 81 (Metrô Ana Rosa) 
 Rua São Bento, 365 (Metrô São Bento)

Vou à massagem e já volto

Essa frase – que até pouco tempo atrás
daria margem a mal-entendidos – entrou
no dia-a-dia da classe média

Gisela Sekeff

Antonio Milena
No supermercado: massagem feita por uma máquina que emite jatos d'água

Até meados da década passada, a palavra "massagem" evocava basicamente três imagens: a da dondoca ociosa, a do jogador de futebol contundido e a daquelas moças, você sabe, que não são massagistas coisa nenhuma. Nos últimos anos, porém, as diversas técnicas que se agrupam sob esse nome genérico entraram no cotidiano da classe média. Hoje, faz-se massagem no cabeleireiro de bairro, na academia de ginástica e, pasme, até em supermercados. Dependendo da técnica escolhida e do tempo de cada sessão, os preços variam de 20 a 80 reais. A demanda aumentou tanto que muita gente resolveu ser massagista – ou melhor, terapeuta corporal, como preferem ser chamados. Em 1995, o Brasil contava com pouco mais de 1.000 profissionais. Hoje, eles somam 9.500. No mesmo período, o número de clínicas especializadas saltou de 160 para 2.500.

Não existe massagem com poder curativo. Seus efeitos duram até três dias, no máximo. Quando bem feita, proporciona uma tremenda sensação de bem-estar – alivia os sintomas do stress, atenua dores na coluna e relaxa. Tanto que algumas empresas oferecem sessões a seus funcionários no próprio local de trabalho. Nesse mercado em expansão, as massagens tradicionais são as campeãs de procura. Mas, como ocorre em qualquer campo de atividade no qual há competição, as novidades não param de surgir. Muitas são pequenas adaptações de técnicas orientais milenares. É o caso do watsu, o shiatsu dentro d'água. Em meio à lufa-lufa diária, há quem opte por sessões do tipo vapt-vupt, feitas em não mais de quinze minutos, numa cadeira especial. Batizada de (atenção, deputado Aldo Rebelo) quick massage, essa massagem rapidinha surgiu nos Estados Unidos e logo ganhou as praias da Califórnia. Por aqui, está presente principalmente em academias e shopping centers.

Também entrou para o cardápio dos brasileiros o Aquamassage, uma espécie de tubo em que a pessoa (de roupa, protegida por um plástico) tem seu corpo bombardeado por jatos de água durante dez minutos. Difícil imaginar como alguém consegue relaxar dentro de uma geringonça que fica entre o aparelho de tomografia e o lava-rápido. Na capital paulista, a rede de supermercados Extra instalou um equipamento em uma de suas lojas. "Nas compras acima de 100 reais, ganhe uma massagem", lê-se num anúncio. Os clientes fazem fila. Os terapeutas, evidentemente, acham a invenção uma grande bobagem. Massagens, enfatizam eles, têm de ser feitas por especialistas capazes de detectar e desfazer os mais sutis nódulos de tensão muscular, entre outras coisas. O.k., mas que o Aquamassage é divertido, lá isso é.

Fonte: Revista Veja Online ed. 1695 de 11 abril de 2001

Voltar

 

 
HOME
  |  QUEM SOMOS  |  BUSCA  |  CONTATO                

 
Copyright © 2003 Ponto Zen Massagem Terapêutica.